Apex Brasil, Instituto Amazônia +21 e CBA alinham ações para fortalecer os bionegócios na Amazônia

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Representantes da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Negócios (Apex Brasil), do Instituto Amazônia+21 e gestores do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) estiveram reunidos nesta quarta-feira (12/06), na sede do Centro, na zona Sul de Manaus, para alinhar agendas de trabalho com o intuito de somar esforços visando o fortalecimento e a propagação dos negócios sustentáveis da região Amazônica.

Os gargalos da cadeia produtiva, a ausência de uma produção em escala, o receio dos grandes investidores com a inovação e os desafios da ciência para transformar os resultados das pesquisas em uma vitrine atrativa de produtos foram alguns dos assuntos abordados pelo grupo.

Ao apresentar para a comitiva o novo modelo de gestão e de atuação do CBA, o diretor-geral do Centro, Márcio Miranda, afirmou que o planejamento estratégico da instituição foi construído para contribuir com a construção de alternativas que possam apontar caminhos para minimizar as problemáticas existentes no âmbito do ecossistema dos bionegócios.

 

“Muito mais do que um Centro de pesquisa, estamos trabalhando para tornar o CBA um ambiente convergente e estimulador e gerador de negócios, visando a atração de investidores conscientes, capazes de reconhecer o potencial econômico e o valor intrínseco da preservação da maior biodiversidade do planeta e para isso faz se necessário que as instituições estejam articuladas, e um belo exemplo disso é o que estamos fazendo aqui hoje”, disse ele.

Para o diretor executivo do Instituto Amazônia+21, Marcelo Thomé, há uma sinergia favorável para que CBA e Amazônia+21 possam articular agendas de trabalho e se complementarem. “Podemos ajudar a destravar muita coisa, desde projetos, inserção junto as cadeias produtivas. Nossos serviços já cobrem hoje mais de 90% da região por meio do trabalho realizado pelo Sesi, Senai. Agora é focarmos na agenda de prioridade de projetos do CBA e reunir os times”, sugeriu Marcelo.

O diretor de Gestão Corporativa da Apex Brasil, Floriano Pesaro, destacou que apesar da Agência está voltada ao fortalecimento das exportações, a instituição poderá contribuir com a oferta de formações voltadas para as cadeias produtivas. “A gente tem uma etapa que é o programa de formação das empresas, cooperativas, microempresas e podemos atuar inserindo a formação também das cadeias produtivas, hoje por exemplo, estamos atuando muito também com as startups”, afirmou ele.

Ao final do encontro, os representantes das instituições firmaram o compromisso de retomar o diálogo e acenaram para a concretização de parcerias.

A comitiva aproveitou ainda para conhecer os laboratórios dos núcleos de Tecnologia Vegetal, onde os representantes da Apex Brasil e do Amazônia+21 conheceram amostras de Curauá, cujo potencial de sua fibra tem sido aplicado em projetos visando  atender a demandas do setor de telefonia celular e automobilístico e também conheceram alguns resultados das pesquisas realizadas pelo núcleo de Materiais e Energia.

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