CBA debate inovação e mecanismos de financiamento para bioeconomia no BAS 2026

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O Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) marcou presença no Bio Economy Amazon Summit 2026 (BAS), realizado em Belém (PA), evento que neste ano trouxe como tema “Convergir para Inovar”, reunindo lideranças, especialistas, investidores e instituições estratégicas para debater caminhos para o fortalecimento da bioeconomia amazônica.

Representando o CBA, o diretor de Operações, Caio Perecin, participou do painel “Atores-chave do Ecossistema de Inovação”, destacando a importância da integração entre centros de pesquisa, investidores, startups, indústrias e instituições públicas como fator essencial para impulsionar soluções inovadoras a partir da biodiversidade amazônica.

Durante sua participação, Caio ressaltou o papel do CBA como uma plataforma de conexão entre ciência, tecnologia e mercado, atuando no fortalecimento de parcerias voltadas ao desenvolvimento sustentável, à inovação e à geração de bionegócios na Amazônia.

“O fortalecimento da bioeconomia passa necessariamente pela construção de conexões estratégicas entre os diferentes atores do ecossistema. O CBA vem atuando justamente como esse elo entre pesquisa, setor produtivo, investidores e políticas públicas, criando um ambiente favorável para transformar ativos da biodiversidade em soluções inovadoras e oportunidades sustentáveis para a região”, destacou Caio Perecin.

O painel contou ainda com a participação de Danilo Zelinski, da KPTL Investimentos; Renata Batista, do Sebrae Pará; Carla Hoffmann, da Fundação CERTI; e Carlos Gabriel Koury, do IDESAM.

Já no painel “Recursos via editais e programas prioritários”, o diretor de Bionegócios do CBA, Carlos Henrique Carvalho, atuou como painelista e mediador das discussões, conduzindo debates sobre oportunidades de investimentos, programas prioritários e mecanismos de incentivo voltados ao desenvolvimento de negócios sustentáveis na Amazônia.

O painel reuniu representantes do Amazônia+21, Finep, BNDES, Suframa, Sebrae/PA, Prosas e outros atores estratégicos do ecossistema de inovação. Durante as apresentações, foram destacados instrumentos de financiamento voltados a empresas da bioeconomia em diferentes portes, estágios de maturidade e necessidades de investimento, abrangendo desde pesquisa e desenvolvimento até escalabilidade industrial e estruturação de negócios.

Segundo Carlos Henrique Carvalho, um dos principais pontos debatidos foi a demonstração de que há capital disponível para impulsionar negócios da bioeconomia, mas que os recursos possuem direcionamentos específicos e exigem planejamento estratégico por parte das empresas e startups.

“O painel mostrou que existe capital para diferentes etapas e portes de negócios da bioeconomia. Porém, são recursos com direcionamentos específicos e é fundamental que empresas, startups e empreendedores compreendam os mecanismos de fomento para acessar esses investimentos de forma estratégica e alinhada às suas necessidades”, afirmou.

Outro destaque do debate foi a atuação conjunta entre o CBA e o Instituto Amazônia+21 no fortalecimento de iniciativas sustentáveis na região. Durante o painel, o Instituto apresentou a criação de um fundo catalítico dentro de sua Facility de Investimentos e reforçou a proximidade e parceria com o CBA no apoio a projetos voltados à bioeconomia amazônica.

O Bio Economy Amazon Summit 2026 segue até o dia 14 de maio em Belém (PA).

Saiba mais em: https://bioeconomyamazonsummit.com/

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